Lisboa é a “escolha número um” para investir em imobiliário.

 

Depois das grandes cidades os investidores viram-se para as de menor dimensão e nessa corrida Lisboa acaba de chegar à liderança. Em apenas um ano, a capital portuguesa passou do 11º lugar para o primeiro revela um estudo da consultora PwC  e do Urban Land Institute.

O estudo, Tendências Emergentes na Europa 2019, que classifica os mercados imobiliários nas principais cidades europeias de acordo com as as perspectivas globais de grandes investidores no sector, mostra a queda de algumas cidades até agora no Top das preferências, como Berlim, que passou para segundo lugar do ranking. Dublin, apesar do efeito do Brexit, mantém-se na terceira posição.

 

A preferência por Lisboa está sustentada pela "qualidade de vida" da cidade e pelo crescimento da economia Portuguesa, que “é agora um destino internacional para empresas, investidores e turistas”.

Lisboa é a “escolha número um” para investir em imobiliário.

 

Depois das grandes cidades os investidores viram-se para as de menor dimensão e nessa corrida Lisboa acaba de chegar à liderança. Em apenas um ano, a capital portuguesa passou do 11º lugar para o primeiro revela um estudo da consultora PwC  e do Urban Land Institute.

O estudo, Tendências Emergentes na Europa 2019, que classifica os mercados imobiliários nas principais cidades europeias de acordo com as as perspectivas globais de grandes investidores no sector, mostra a queda de algumas cidades até agora no Top das preferências, como Berlim, que passou para segundo lugar do ranking. Dublin, apesar do efeito do Brexit, mantém-se na terceira posição.

 

A preferência por Lisboa está sustentada pela "qualidade de vida" da cidade e pelo crescimento da economia Portuguesa, que “é agora um destino internacional para empresas, investidores e turistas”.

Lisboa é a “escolha número um” para investir em imobiliário.

 

Depois das grandes cidades os investidores viram-se para as de menor dimensão e nessa corrida Lisboa acaba de chegar à liderança. Em apenas um ano, a capital portuguesa passou do 11º lugar para o primeiro revela um estudo da consultora PwC  e do Urban Land Institute.

O estudo, Tendências Emergentes na Europa 2019, que classifica os mercados imobiliários nas principais cidades europeias de acordo com as as perspectivas globais de grandes investidores no sector, mostra a queda de algumas cidades até agora no Top das preferências, como Berlim, que passou para segundo lugar do ranking. Dublin, apesar do efeito do Brexit, mantém-se na terceira posição.

 

A preferência por Lisboa está sustentada pela "qualidade de vida" da cidade e pelo crescimento da economia Portuguesa, que “é agora um destino internacional para empresas, investidores e turistas”.

LISBOA

LISBOA

Para uma capital europeia tão pequena, não lhe faltam razões de encanto, e todas muito diferentes. Lisboa, à beira-rio aninhada, esconde tesouros de História, expressa-se em criações artísticas originais, e encontra um espírito castiço muito próprio, que não se encontra em mais lado algum.

 

Conheça as características que fazem da capital portuguesa uma cidade única.

Para uma capital europeia tão pequena, não lhe faltam razões de encanto, e todas muito diferentes. Lisboa, à beira-rio aninhada, esconde tesouros de História, expressa-se em criações artísticas originais, e encontra um espírito castiço muito próprio, que não se encontra em mais lado algum.

 

Conheça as características que fazem da capital portuguesa uma cidade única.

Para uma capital europeia tão pequena, não lhe faltam razões de encanto, e todas muito diferentes. Lisboa, à beira-rio aninhada, esconde tesouros de História, expressa-se em criações artísticas originais, e encontra um espírito castiço muito próprio, que não se encontra em mais lado algum.

 

Conheça as características que fazem da capital portuguesa uma cidade única.

O SOL BRILHA

O SOL BRILHA

Agraciada com um dos climas mais amenos da Europa, semelhante aos de outros países mediterrânicos, mas temperado pela influência do Oceano Atlântico, o que significa verões quentes e secos sem serem insuportáveis e invernos frios mas toleráveis, Lisboa atrai aqueles à procura de bom tempo.

 

Não é de estranhar, uma vez que é a capital europeia com mais horas de sol, chegando às 9 horas de média.

 

Até no Inverno ele brilha por vários dias, e no Verão os jantares tardios ao ar livre fazem-se sob a sua luz…

Agraciada com um dos climas mais amenos da Europa, semelhante aos de outros países mediterrânicos, mas temperado pela influência do Oceano Atlântico, o que significa verões quentes e secos sem serem insuportáveis e invernos frios mas toleráveis, Lisboa atrai aqueles à procura de bom tempo.

 

Não é de estranhar, uma vez que é a capital europeia com mais horas de sol, chegando às 9 horas de média.

 

Até no Inverno ele brilha por vários dias, e no Verão os jantares tardios ao ar livre fazem-se sob a sua luz…

Agraciada com um dos climas mais amenos da Europa, semelhante aos de outros países mediterrânicos, mas temperado pela influência do Oceano Atlântico, o que significa verões quentes e secos sem serem insuportáveis e invernos frios mas toleráveis, Lisboa atrai aqueles à procura de bom tempo.

 

Não é de estranhar, uma vez que é a capital europeia com mais horas de sol, chegando às 9 horas de média.

 

Até no Inverno ele brilha por vários dias, e no Verão os jantares tardios ao ar livre fazem-se sob a sua luz…

A HISTÓRIA EM CADA ESQUINA

A HISTÓRIA EM CADA ESQUINA

A história de Lisboa é anterior à do país de que se tornou capital.

Já foi Olissipo, quando fazia parte da província romana Lusitânia, pertenceu a diferentes povos germanos, antes de ser Al-Ushbuna, a Lisboa muçulmana, que foi até à conquista portuguesa, em 1147. Guardiã e porta de entrada do Tejo, conheceu os esplendores do alvor do comércio internacional, no século XV, da qual foi uma das maiores protagonistas.

Como testemunho do esplendor dos Descobrimentos, ficaram dois símbolos, o Mosteiro dos Jeróniumos e a Torre de Belém, exemplos do manuelino, estilo único na arquitectura europeia, que reflecte as aspirações do rei que lhe dá nome e se inspirou na epopeia da expansão pelos mares.

Convivem na cidade os vestígios de estas e muitas outras histórias, de séculos de um local dinâmico e aberto ao mundo, em permanente transformação.

A história de Lisboa é anterior à do país de que se tornou capital.

Já foi Olissipo, quando fazia parte da província romana Lusitânia, pertenceu a diferentes povos germanos, antes de ser Al-Ushbuna, a Lisboa muçulmana, que foi até à conquista portuguesa, em 1147. Guardiã e porta de entrada do Tejo, conheceu os esplendores do alvor do comércio internacional, no século XV, da qual foi uma das maiores protagonistas.

 

Como testemunho do esplendor dos Descobrimentos, ficaram dois símbolos, o Mosteiro dos Jeróniumos e a Torre de Belém, exemplos do manuelino, estilo único na arquitectura europeia, que reflecte as aspirações do rei que lhe dá nome e se inspirou na epopeia da expansão pelos mares.

 

Convivem na cidade os vestígios de estas e muitas outras histórias, de séculos de um local dinâmico e aberto ao mundo, em permanente transformação.

A história de Lisboa é anterior à do país de que se tornou capital.

Já foi Olissipo, quando fazia parte da província romana Lusitânia, pertenceu a diferentes povos germanos, antes de ser Al-Ushbuna, a Lisboa muçulmana, que foi até à conquista portuguesa, em 1147. Guardiã e porta de entrada do Tejo, conheceu os esplendores do alvor do comércio internacional, no século XV, da qual foi uma das maiores protagonistas.

Como testemunho do esplendor dos Descobrimentos, ficaram dois símbolos, o Mosteiro dos Jeróniumos e a Torre de Belém, exemplos do manuelino, estilo único na arquitectura europeia, que reflecte as aspirações do rei que lhe dá nome e se inspirou na epopeia da expansão pelos mares.

Convivem na cidade os vestígios de estas e muitas outras histórias, de séculos de um local dinâmico e aberto ao mundo, em permanente transformação.

Poucas cidades no mundo se podem orgulhar de ser o berço e local quase exclusivo de culto de um género musical, ainda para mais considerado património imaterial da Humanidade.

 

Lisboa viu nascer (talvez mais certo seja dizer, deu à luz) este género que, mais do que qualquer outra expressão artística, condensa a alma de um povo. Lisboa sem o Fado, que vive em casas e em salas de espectáculo, dentro de paredes e nas ruas, não seria Lisboa.

É uma parte tão característica da cidade que tem até direito a Museu próprio.

 

E é experiência obrigatória para qualquer visitante.

Poucas cidades no mundo se podem orgulhar de ser o berço e local quase exclusivo de culto de um género musical, ainda para mais considerado património imaterial da Humanidade.

 

Lisboa viu nascer (talvez mais certo seja dizer, deu à luz) este género que, mais do que qualquer outra expressão artística, condensa a alma de um povo. Lisboa sem o Fado, que vive em casas e em salas de espectáculo, dentro de paredes e nas ruas, não seria Lisboa.

É uma parte tão característica da cidade que tem até direito a Museu próprio.

 

E é experiência obrigatória para qualquer visitante.

Poucas cidades no mundo se podem orgulhar de ser o berço e local quase exclusivo de culto de um género musical, ainda para mais considerado património imaterial da Humanidade.

 

Lisboa viu nascer (talvez mais certo seja dizer, deu à luz) este género que, mais do que qualquer outra expressão artística, condensa a alma de um povo. Lisboa sem o Fado, que vive em casas e em salas de espectáculo, dentro de paredes e nas ruas, não seria Lisboa.

É uma parte tão característica da cidade que tem até direito a Museu próprio.

 

E é experiência obrigatória para qualquer visitante.

O FADO

O FADO

Presença recorrente nos álbuns fotográficos dos que por aqui passam, os elétricos proporcionam uma viagem imprescindível pelas ruas estreitas e inclinadas da cidade.

Datados do final do século XIX, chegaram a cobrir a cidade com 24 rotas diferentes.

 

Hoje, sobrevivem cinco rotas, das quais a do 28 é a mais emblemática, com o seu passeio que começa nos Prazeres e acaba no Martim Moniz, passando pela  Graça, Sé e Alfama.

 

Já os elevadores, foram uma invenção que veio ajudar a circulação numa cidade que se ergueu sobre colinas. São quatro, com destaque para o de Santa Justa, o único vertical, e aquele que oferece uma das vistas mais impressionantes da cidade no seu topo.

Presença recorrente nos álbuns fotográficos dos que por aqui passam, os elétricos proporcionam uma viagem imprescindível pelas ruas estreitas e inclinadas da cidade.

Datados do final do século XIX, chegaram a cobrir a cidade com 24 rotas diferentes.

 

Hoje, sobrevivem cinco rotas, das quais a do 28 é a mais emblemática, com o seu passeio que começa nos Prazeres e acaba no Martim Moniz, passando pela  Graça, Sé e Alfama.

 

Já os elevadores, foram uma invenção que veio ajudar a circulação numa cidade que se ergueu sobre colinas. São quatro, com destaque para o de Santa Justa, o único vertical, e aquele que oferece uma das vistas mais impressionantes da cidade no seu topo.

Presença recorrente nos álbuns fotográficos dos que por aqui passam, os elétricos proporcionam uma viagem imprescindível pelas ruas estreitas e inclinadas da cidade.

Datados do final do século XIX, chegaram a cobrir a cidade com 24 rotas diferentes.

 

Hoje, sobrevivem cinco rotas, das quais a do 28 é a mais emblemática, com o seu passeio que começa nos Prazeres e acaba no Martim Moniz, passando pela  Graça, Sé e Alfama.

 

Já os elevadores, foram uma invenção que veio ajudar a circulação numa cidade que se ergueu sobre colinas. São quatro, com destaque para o de Santa Justa, o único vertical, e aquele que oferece uma das vistas mais impressionantes da cidade no seu topo.

UM MEIO DE TRANSPORTE PITORESCO COMO A CIDADE

UM MEIO DE TRANSPORTE PITORESCO COMO A CIDADE

Lisboa aninha-se em bairros coloridos e cheios de personalidade, que reclamam para si o protagonismo de uma cidade charmosa e que como poucas guarda o segredo de manter certas tradições vivas.

 

Em que outras capitais da Europa se encontra a roupa disposta nos estendais, ou o café que acolhe com igual hospitalidade os vizinhos e os estrangeiros?

Seja no berço da cidade (e do Fado) que é Alfama, no ambiente criativo e boémio do Bairro Alto, ou na sofisticação do Chiado, a cada bairro corresponde um modo de vida particular e cada um define, à sua maneira, o que é isso de ser lisboeta, o que é isso de amar Lisboa.

Lisboa aninha-se em bairros coloridos e cheios de personalidade, que reclamam para si o protagonismo de uma cidade charmosa e que como poucas guarda o segredo de manter certas tradições vivas.

 

Em que outras capitais da Europa se encontra a roupa disposta nos estendais, ou o café que acolhe com igual hospitalidade os vizinhos e os estrangeiros?

Seja no berço da cidade (e do Fado) que é Alfama, no ambiente criativo e boémio do Bairro Alto, ou na sofisticação do Chiado, a cada bairro corresponde um modo de vida particular e cada um define, à sua maneira, o que é isso de ser lisboeta, o que é isso de amar Lisboa.

Lisboa aninha-se em bairros coloridos e cheios de personalidade, que reclamam para si o protagonismo de uma cidade charmosa e que como poucas guarda o segredo de manter certas tradições vivas.

 

Em que outras capitais da Europa se encontra a roupa disposta nos estendais, ou o café que acolhe com igual hospitalidade os vizinhos e os estrangeiros?

Seja no berço da cidade (e do Fado) que é Alfama, no ambiente criativo e boémio do Bairro Alto, ou na sofisticação do Chiado, a cada bairro corresponde um modo de vida particular e cada um define, à sua maneira, o que é isso de ser lisboeta, o que é isso de amar Lisboa.

O ESPÍRITO DE BAIRRO

O ESPÍRITO DE BAIRRO

Cada cidade se dá a ver à sua maneira e Lisboa mostra-se em toda a sua cor, diversidade e beleza em locais que a apanham abeirada do Tejo ou com o azul como horizonte.

 

Os miradouros mais icónicos chamam turistas e lisboetas de igual modo, sendo palco de convívio e contemplação faça chuva ou faça sol.

 

Destaque para os miradouros de São Pedro de Alcântara, da Graça e de Santa Luzia.

Cada cidade se dá a ver à sua maneira e Lisboa mostra-se em toda a sua cor, diversidade e beleza em locais que a apanham abeirada do Tejo ou com o azul como horizonte.

 

Os miradouros mais icónicos chamam turistas e lisboetas de igual modo, sendo palco de convívio e contemplação faça chuva ou faça sol.

 

Destaque para os miradouros de São Pedro de Alcântara, da Graça e de Santa Luzia.

Cada cidade se dá a ver à sua maneira e Lisboa mostra-se em toda a sua cor, diversidade e beleza em locais que a apanham abeirada do Tejo ou com o azul como horizonte.

 

Os miradouros mais icónicos chamam turistas e lisboetas de igual modo, sendo palco de convívio e contemplação faça chuva ou faça sol.

 

Destaque para os miradouros de São Pedro de Alcântara, da Graça e de Santa Luzia.

OS MIRADOUROS

OS MIRADOUROS

Há fortes argumentos para considerar Lisboa uma das cidades mais animadas da Europa.

Durante o dia, habitantes e visitantes encontram um lugar ao sol (ou abrigado da chuva) numa das muitas esplanadas de que a cidade dispõe, onde alegremente conversam e deixam o tempo passar.

 

Este espírito prolonga-se até altas horas da noite, em certos sítios da cidade – com destaque para o Bairro Alto e o Cais do Sodré – onde lisboetas e estrangeiros se misturam nas ruas estreitas, de copo na mão, ou festejam em bares underground ou de música ao vivo.

Há fortes argumentos para considerar Lisboa uma das cidades mais animadas da Europa.

Durante o dia, habitantes e visitantes encontram um lugar ao sol (ou abrigado da chuva) numa das muitas esplanadas de que a cidade dispõe, onde alegremente conversam e deixam o tempo passar.

 

Este espírito prolonga-se até altas horas da noite, em certos sítios da cidade – com destaque para o Bairro Alto e o Cais do Sodré – onde lisboetas e estrangeiros se misturam nas ruas estreitas, de copo na mão, ou festejam em bares underground ou de música ao vivo.

Há fortes argumentos para considerar Lisboa uma das cidades mais animadas da Europa.

Durante o dia, habitantes e visitantes encontram um lugar ao sol (ou abrigado da chuva) numa das muitas esplanadas de que a cidade dispõe, onde alegremente conversam e deixam o tempo passar.

 

Este espírito prolonga-se até altas horas da noite, em certos sítios da cidade – com destaque para o Bairro Alto e o Cais do Sodré – onde lisboetas e estrangeiros se misturam nas ruas estreitas, de copo na mão, ou festejam em bares underground ou de música ao vivo.

A VIDA BOÉMIA E NOCTURNA

A VIDA BOÉMIA E NOCTURNA

A calçada portuguesa é uma arte em vias de extinção mas ainda se encontra espalhada pela cidade. As pedras de calcário e basalto que formam desenhos a preto-e-branco a remeter para a cultura marítima portuguesa são um marco da cidade e podem ser devidamente apreciadas no Rossio, no Chiado e na Avenida da Liberdade.


Em quase todas as zonas de Lisboa é também possível apreciar azulejos que são verdadeiras obras de arte.

Nos padrões geométricos ou figurativos, nas naturezas mortas ou cenas históricas, o espírito do país pintou-se em azulejos que ornamentam imponentes fachadas e interiores de espaços públicos e privados.

Trazida pelos árabes, a azulejaria floresceu na cidade e pode explorar-se em toda a sua riqueza num museu de referência mundial: o Museu do Azulejo.

A calçada portuguesa é uma arte em vias de extinção mas ainda se encontra espalhada pela cidade. As pedras de calcário e basalto que formam desenhos a preto-e-branco a remeter para a cultura marítima portuguesa são um marco da cidade e podem ser devidamente apreciadas no Rossio, no Chiado e na Avenida da Liberdade.


Em quase todas as zonas de Lisboa é também possível apreciar azulejos que são verdadeiras obras de arte.

Nos padrões geométricos ou figurativos, nas naturezas mortas ou cenas históricas, o espírito do país pintou-se em azulejos que ornamentam imponentes fachadas e interiores de espaços públicos e privados.

Trazida pelos árabes, a azulejaria floresceu na cidade e pode explorar-se em toda a sua riqueza num museu de referência mundial: o Museu do Azulejo.

A calçada portuguesa é uma arte em vias de extinção mas ainda se encontra espalhada pela cidade. As pedras de calcário e basalto que formam desenhos a preto-e-branco a remeter para a cultura marítima portuguesa são um marco da cidade e podem ser devidamente apreciadas no Rossio, no Chiado e na Avenida da Liberdade.


Em quase todas as zonas de Lisboa é também possível apreciar azulejos que são verdadeiras obras de arte.

Nos padrões geométricos ou figurativos, nas naturezas mortas ou cenas históricas, o espírito do país pintou-se em azulejos que ornamentam imponentes fachadas e interiores de espaços públicos e privados.

Trazida pelos árabes, a azulejaria floresceu na cidade e pode explorar-se em toda a sua riqueza num museu de referência mundial: o Museu do Azulejo.

OS AZULEJOS E A CALÇADA

OS AZULEJOS E A CALÇADA

Lisboa também é uma cidade dada aos prazeres gastronómicos.

 

Os seus ex-libris, os Pastéis de Belém e a Ginjinha, são doces, mas há muitas outras razões para se dar ao dente na cidade e vão desde as tascas em que os petiscos e comidas tradicionais vêm com travo de autenticidade aos restaurantes com estrela Michelin em que os chefs reinterpretam a gastronomia portuguesa em verdadeiras criações artísticas.

Lisboa também é uma cidade dada aos prazeres gastronómicos.

 

Os seus ex-libris, os Pastéis de Belém e a Ginjinha, são doces, mas há muitas outras razões para se dar ao dente na cidade e vão desde as tascas em que os petiscos e comidas tradicionais vêm com travo de autenticidade aos restaurantes com estrela Michelin em que os chefs reinterpretam a gastronomia portuguesa em verdadeiras criações artísticas.

Lisboa também é uma cidade dada aos prazeres gastronómicos.

 

Os seus ex-libris, os Pastéis de Belém e a Ginjinha, são doces, mas há muitas outras razões para se dar ao dente na cidade e vão desde as tascas em que os petiscos e comidas tradicionais vêm com travo de autenticidade aos restaurantes com estrela Michelin em que os chefs reinterpretam a gastronomia portuguesa em verdadeiras criações artísticas.

OS PASTÉIS DE NATA, A GINGINHA, AS TASCAS E AS ESTRELAS MICHELIN

OS PASTÉIS DE NATA, A GINGINHA, AS TASCAS E AS ESTRELAS MICHELIN

Uma das melhores razões para se dar um pulo a Lisboa encontra-se a alguns quilómetros de distância…

 

É a romântica vila de Sintra, a uma viagem de comboio de 30 minutos da capital, que vale o desvio de um dia inteiro, e oferece aos visitantes um cenário de encantar: uma serra verdejante e rica em espécies, um palácio que parece saído de um conto de fadas, carruagens puxadas por cavalos, palacetes exuberamtes e esotéricos, vestígios mouros e religiosos, e doçaria de comer e chorar por mais.

 

E o oceano Atlântico, a encontrar-se com o ponto mais ocidental da Europa, no Cabo da Roca, também não fica longe…

Uma das melhores razões para se dar um pulo a Lisboa encontra-se a alguns quilómetros de distância…

 

É a romântica vila de Sintra, a uma viagem de comboio de 30 minutos da capital, que vale o desvio de um dia inteiro, e oferece aos visitantes um cenário de encantar: uma serra verdejante e rica em espécies, um palácio que parece saído de um conto de fadas, carruagens puxadas por cavalos, palacetes exuberamtes e esotéricos, vestígios mouros e religiosos, e doçaria de comer e chorar por mais.

 

E o oceano Atlântico, a encontrar-se com o ponto mais ocidental da Europa, no Cabo da Roca, também não fica longe…

Uma das melhores razões para se dar um pulo a Lisboa encontra-se a alguns quilómetros de distância…

 

É a romântica vila de Sintra, a uma viagem de comboio de 30 minutos da capital, que vale o desvio de um dia inteiro, e oferece aos visitantes um cenário de encantar: uma serra verdejante e rica em espécies, um palácio que parece saído de um conto de fadas, carruagens puxadas por cavalos, palacetes exuberamtes e esotéricos, vestígios mouros e religiosos, e doçaria de comer e chorar por mais.

 

E o oceano Atlântico, a encontrar-se com o ponto mais ocidental da Europa, no Cabo da Roca, também não fica longe…

SINTRA AQUI TÃO PERTO …

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Local de veraneio dos ricos e ociosos mas também vila de pescadores e segunda casa de muitos estrangeiros que decidem mudar-se para Portugal, Cascais oferece a minutos da capital todos os prazeres e confortos de uma sofisticada estância balnear europeia, com marcos que vão dos hotéis históricos ao Casino, dos restaurantes com vista para o mar à languidez das praias.

 

E com mais uns minutos de viagem se chega ao Guincho, onde o mar e a natureza selvagem se mostram em todo o seu esplendor.

Local de veraneio dos ricos e ociosos mas também vila de pescadores e segunda casa de muitos estrangeiros que decidem mudar-se para Portugal, Cascais oferece a minutos da capital todos os prazeres e confortos de uma sofisticada estância balnear europeia, com marcos que vão dos hotéis históricos ao Casino, dos restaurantes com vista para o mar à languidez das praias.

 

E com mais uns minutos de viagem se chega ao Guincho, onde o mar e a natureza selvagem se mostram em todo o seu esplendor.

Local de veraneio dos ricos e ociosos mas também vila de pescadores e segunda casa de muitos estrangeiros que decidem mudar-se para Portugal, Cascais oferece a minutos da capital todos os prazeres e confortos de uma sofisticada estância balnear europeia, com marcos que vão dos hotéis históricos ao Casino, dos restaurantes com vista para o mar à languidez das praias.

 

E com mais uns minutos de viagem se chega ao Guincho, onde o mar e a natureza selvagem se mostram em todo o seu esplendor.

… E CASCAIS (E O GUINCHO) TAMBÉM

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